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GESTÃO360°

Metas que chegam ao chão de loja

Uma boa meta traduz estratégia em ações acompanháveis durante o mês.

Meta mensal sem desdobramento vira cobrança tardia. Quando o time descobre o desvio no fechamento, perdeu quase todas as oportunidades de correção.

Do faturamento aos direcionadores

Receita pode ser decomposta em fluxo, conversão, ticket e recorrência.

O desdobramento deve chegar a unidade, canal, categoria e período sem criar indicadores demais.

Ritmo vence apresentação

Rituais curtos ajudam a comparar meta, realizado, tendência e plano de ação.

A liderança deve cobrar o comportamento controlável, não apenas o resultado final.

Cena de varejo relacionada a
CASO REAL • LEITURA GESTÃO 360

Como Magazine Luiza aplicou esse movimento

O CONTEXTOA integração entre loja e digital tornou insuficiente medir cada canal como se trabalhasse sozinho.
O QUE FOI FEITOO Magalu passou a usar as lojas também em retirada, relacionamento e apoio logístico, conectando metas e execução à jornada omnicanal.
POR QUE ESSA DECISÃOUma loja pode influenciar uma venda que termina no aplicativo, e o digital pode gerar fluxo para a unidade.
O QUE O CASO DEMONSTRAO caso evidencia que metas devem acompanhar direcionadores e contribuição do canal, não somente a venda registrada no caixa.

Este caso foi construído a partir de informações públicas da empresa e representa uma interpretação editorial do Gestão 360, sem vínculo comercial.

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